Primeiro contato
Você envia uma mensagem, sozinho ou em nome do casal. Não é preciso explicar tudo: bastam algumas linhas e a forma de retorno que preferir.
Psicologia clínica · Terapia de casal e relações
Um lugar cuidadoso para casais — e para quem atravessa questões afetivas — olharem para o que se repete, para o que se perdeu no caminho e para o que ainda pode ser dito.
01 Terapia de casal
Atendimento a casais de diferentes configurações, idades e momentos — do namoro ao recasamento, de relações recentes a vínculos de décadas.
A terapia de casal não procura um culpado nem decide quem tem razão. É um trabalho sobre a relação: o que acontece entre duas pessoas quando falam, quando se calam e quando já não conseguem se encontrar.
Conversas que terminam sempre no mesmo ponto, frases que chegam distorcidas, silêncios que dizem mais do que as palavras. O trabalho olha para a forma como cada um fala — e, principalmente, para como escuta.
Brigas recorrentes, assuntos que não podem ser tocados, discussões que escalam depressa. A proposta não é eliminar o conflito, mas torná-lo compreensível e menos destrutivo.
Rotina, cansaço, filhos, trabalho — e, aos poucos, a sensação de viver ao lado de alguém sem estar junto. Um lugar para nomear o afastamento antes que ele se torne o idioma da relação.
Chegada de filhos, mudança de cidade, adoecimento, quebras de confiança, revisão de acordos. E também a decisão de seguir junto ou de se separar com mais cuidado.
Não é preciso estar em crise para começar. Às vezes, basta perceber que a mesma conversa voltou pela terceira vez.
02 Atendimento individual
Nem toda questão afetiva chega a dois. Há quem venha sozinho porque a outra pessoa não quis participar, porque a relação terminou ou porque percebe um padrão que se repete de um vínculo para o outro.
O atendimento individual é um espaço para compreender a própria forma de amar, de se defender e de pedir — e para fazer escolhas afetivas com mais consciência do que se deseja.
03 Sobre a profissional
Uma escuta que não toma partido — e não deixa ninguém de fora.
Irene é psicóloga clínica e dedica sua prática às relações afetivas: casais, vínculos e as histórias que cada pessoa carrega para dentro deles.
Seu trabalho parte de uma ideia simples: numa relação, raramente existe um lado inteiramente certo. Existem duas perspectivas, duas histórias e um espaço entre elas — que pode ser habitado com mais curiosidade e menos defesa.
Nas sessões, o ritmo é respeitoso, a linguagem é direta e o sigilo é inegociável. Nada do que é dito serve para acusar; tudo pode servir para compreender.
No atendimento de casal, o foco é a relação. Ninguém ocupa o lugar de culpado ou de “paciente problema”.
O que é compartilhado em sessão é protegido pelo sigilo profissional previsto no Código de Ética do Psicólogo.
Cada pessoa e cada casal chegam com um tempo. O processo respeita esse tempo, sem pressa e sem fórmulas prontas.
04 Como funciona
Do primeiro contato ao acompanhamento, cada etapa é combinada com clareza — para que a terapia seja um lugar seguro desde a primeira mensagem.
Você envia uma mensagem, sozinho ou em nome do casal. Não é preciso explicar tudo: bastam algumas linhas e a forma de retorno que preferir.
Um primeiro encontro para entender o que trouxe vocês até aqui, esclarecer dúvidas sobre o processo e combinar formato, frequência e modalidade — online ou presencial.
Encontros regulares em que há espaço para falar, ouvir e perceber o que se repete. No processo de casal, sessões individuais podem ser combinadas com ambos quando fizerem sentido.
De tempos em tempos, o percurso é revisto em conjunto: o que mudou, o que ainda pesa e qual é o próximo passo. O encerramento também é construído com cuidado.
05 Uma ideia que atravessa o trabalho
Na terapia de casal, a pergunta deixa de ser quem tem razão e passa a ser o que está acontecendo entre vocês.
06 Perguntas frequentes
Se a sua dúvida não estiver aqui, ela pode ser o assunto da primeira mensagem. Não existe pergunta pequena demais.
É comum que a iniciativa parta de uma só pessoa. Nesse caso, é possível começar com uma conversa individual para entender o momento e pensar a melhor forma de convidar a outra parte — ou avaliar se o atendimento individual faz mais sentido agora.
Não. Muitos casais procuram terapia em momentos de transição, para cuidar de algo antes que se torne um conflito maior ou simplesmente para aprender a conversar de outro jeito.
Ela pode acompanhar essa reflexão, mas não tem uma direção definida de antemão. O objetivo é que as decisões — seguir juntos, reorganizar a relação ou se separar — sejam tomadas com mais clareza e cuidado.
Sim. Casais de diferentes orientações, idades, configurações e acordos são bem-vindos, assim como pessoas que chegam sozinhas para falar de seus vínculos.
Tudo o que é dito em sessão é protegido pelo sigilo profissional. Quando há sessões individuais dentro de um processo de casal, as regras sobre o que pode ou não ser compartilhado são combinadas com ambos desde o início.
Sim. As sessões podem acontecer por videochamada, com a mesma ética e o mesmo cuidado do atendimento presencial. A modalidade é combinada na conversa inicial.
Não existe um número fixo de sessões. A duração depende das demandas, do ritmo de cada casal ou pessoa e dos objetivos construídos em conjunto — e é revista periodicamente.
Valores, formas de pagamento e disponibilidade de horários são informados no primeiro contato, junto com as demais combinações do atendimento.
Quando há violência na relação, a prioridade é a segurança. Nesses casos, o cuidado costuma começar por atendimentos individuais e pela rede de proteção. A Central de Atendimento à Mulher funciona pelo 180; em situação de risco imediato, ligue 190.
07 Agendamento
Envie uma mensagem para agendar a conversa inicial. O retorno é feito com discrição, pelo canal que você preferir.
Em um site real, sua mensagem seguiria com segurança para a profissional. Como este é um projeto demonstrativo, nada foi enviado nem armazenado.